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Editora Appris

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Somos editores de livros há mais de 29 anos, e na formação da Appris reunimos nossa experiência editorial ao propósito de oferecer suporte personalizado e individualizado aos autores, além de diálogo e flexibilidade para acolher suas aspirações profissionais e pessoais.A Appris é reconhecida como a primeira e maior editora com aposta conjunta 80/20 do Brasil, pela extensão do nosso catálogo, da nossa equipe, da nossa distribuição e anos de operação, e por realmente realizar a publicação integral das obras.

Com a missão de ser diferencial em qualidade e competência entre as editoras brasileiras, temos obtido cada vez mais sucesso ao sermos escolhidos para publicar as obras de autores consagrados e iniciantes. Oferecemos aos autores tratamento diferenciado e soluções editoriais assertivas.
    Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    «A branquitude significa pertença étnico-racial atribuída ao branco. Podemos entendê-la como o lugar mais elevado da hierarquia racial, um poder de classificar os outros como não brancos, que, dessa forma, significa ser menos do que ele. O ser-branco se expressa na corporeidade, a brancura. E vai além do fenótipo. Ser branco consiste em ser proprietário de privilégios raciais simbólicos e materiais. Com dezessete capítulos, este livro trata da identidade branca com foco na realidade social brasileira». (Os organizadores) «Os estudos sobre as relações raciais muito falaram do negro e dos problemas que lhe foram criados no universo racial brasileiro, mas deixaram de falar de brancos numa sociedade em que a Branquitude poderia também fazer parte do processo de transformação social, partindo da hipótese de que os brancos conscientes dos privilégios que sua cor lhes traz na sociedade poderiam questioná-los e participar do debate sobre a divisão equitativa do produto social nacional entre brancos e negros. Sem entrar nos pormenores da riqueza de cada um desses textos cuja leitura nos desafia, devo aqui relevar suas contribuições na renovação e atualização do nosso pensamento sobre as lutas contra o racismo em busca de mudanças transformadoras do desequilíbrio e desigualdades entre brasileiros e brasileiras de descendência africana, sujeitos da negritude, e de ascendência europeia, sujeitos da branquitude». Kabengele Munanga (Universidade de São Paulo)
    Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
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    O livro faz uma imersão no Sistema Global de Direitos Humanos, revelando a dinâmica e os esforços da Assembleia Geral da ONU para a harmonização entre os trabalhos dos comitês de monitoramento, responsáveis por emitir recomendações aos Estados, inclusive para o Brasil. Especialmente, apresenta-se os comitês e seus mecanismos, dando-se ênfase aos procedimentos de peticionamento individual, destacando-se os casos brasileiros, como o caso Lula da Silva, no Comitê de Direitos Humanos, e o caso Davi Santos Fiuza, no Comitê contra o Desaparecimento Forçado. Nessa linha, a obra amplia o conhecimento de estudantes e profissionais quanto ao Sistema Global de Direitos Humanos, mostrando o caminho para peticionar aos comitês em defesa de direitos humanos violados em casos concretos e trazendo jurisprudência acerca do juízo da admissibilidade das denúncias.
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    Há um ditado popular que diz:
    «Na infância, temos disposição e tempo, mas falta dinheiro. Quando adultos, temos disposição e dinheiro, mas falta tempo.
    Na velhice sobra tempo e dinheiro, mas não temos disposição.»
    É assim que você ainda pensa, ou seja, compartilha do que infelizmente ainda é o senso-comum?
    À exceção da infância, fase na qual realmente temos que aproveitar o tempo e a disposição para as descobertas e aprendizados fundamentais para a formação, como adultos temos que administrar melhor o nosso tempo.
    Dizer que não tem tempo devido à sobrecarga no trabalho é para aqueles que não priorizam o que realmente importa, a saúde.
    É a saúde que permitirá você cuidar da sua família, além de se manter e crescer em seu trabalho.
    É a saúde que não permitirá que o ditado acima se confirme, pois com saúde você manterá disposição e, principalmente, autonomia, para continuar realizando sonhos e aproveitando a vida na fase que terá mais tempo para isso.
    Este é o propósito do autor. Fazer com que a atividade física, e consequentemente a alimentação, sejam alicerces preventivos para a busca da qualidade de vida e longevidade e também sirvam para auxiliar em tratamentos e terapias para aqueles que sofrem de doenças, síndromes e outros males.
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    O livro Comandos Elétricos: Fundamentos para o Ensino Técnico apresenta inicialmente os aspectos básicos de motores elétricos, com ênfase nos motores de indução trifásicos, hoje extremamente aplicados nos processos industriais. No primeiro capítulo, é apresentada a operação do motor, sob o efeito do campo magnético girante, com equações e diagramas fasoriais. Os seus diversos parâmetros são apresentados, como o conjugado e as principais características nominais. Nos capítulos 2, 3 e 4, são apresentados os dispositivos utilizados em circuitos de comandos elétricos, como botoeiras, chaves seletoras/comutadoras, chaves de fim-de-curso, chaves seccionadoras, dispositivos de sinalização, contatores e dispositivos de proteção e de temporização. Nos capítulos 5 e 6, são apresentados diversos circuitos de comando para os motores monofásicos e trifásicos, respectivamente. No último capítulo, são destacadas algumas aplicações básicas de comandos elétricos em baixa tensão. O livro traz em cada capítulo algumas séries de exercícios de fixação e são sugeridas simulações com o uso do aplicativo CADe Simu, bastante difundido na área de Comandos Elétricos. Outra contribuição desta obra é um guia de aulas práticas, muito úteis para os professores que ministram a disciplina de Comandos Elétricos.
  • André Barros de Mello Oliveira
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    Comandos Elétricos: Fundamentos Para o Ensino Técnico
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    O presente livro nasce com o intuito de estudar os aspectos centrais relativos aos impactos sociológicos que a interpretação e a aplicação das Constituições possuem nas relações dos poderes constitucionais e as práticas sociais vigentes em nossa sociedade contemporânea. Ora, o direito possui uma inequívoca gênese política, contudo, a política igualmente se faz estruturada e diversas vezes influenciada pelo direito posto. Dentro de tal contexto, a interpretação conferida a determinados preceitos legais pode influenciar diretamente na percepção social que recai sobre os mais variados temas. O Direito Constitucional contemporâneo e a hermenêutica moderna se aproximam em um movimento de complementaridade, momento no qual de prerrogativas quase incontestáveis. Contudo, faz-se necessário estudar os impactos das decisões do Poder Judiciário no cotidiano da sociedade política, para que, ao fim, seja possível analisar as perspectivas e a legitimidade do fenômeno estudado, tendo em vista a separação dos poderes, imanente ao Estado Democrático de Direito, e seus corolários imprescindíveis.
  • Fabiano Augusto Petean, Bruno Cardenal Castilho
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    Interpretação Constitucional, Política e Sistemas Sociais: Uma Análise Crítica das Consequências da Hermenêutica Constitucional Contemporânea em Face das Democracias Plurais
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    O livro Remoções de favelas no Rio Janeiro: entre formas de controle e resistências busca discutir uma conjuntura recente na cidade do Rio de Janeiro, na qual uma forma de intervenção estatal sobre as favelas, que se considerava superada, tanto política quanto academicamente, retornou com força considerável: as remoções. No período analisado, foram mais de 22 mil famílias retiradas de suas casas, espalhadas pela cidade ou realocadas em locais distantes e sem infraestrutura, em conjuntos habitacionais de péssima qualidade e com acesso precário a inúmeros serviços e bens de cidadania. Tal política provocou uma ruptura significativa na vida de milhares de pessoas, utilizou-se de ameaças e coações, além da violência física. Provocou, em conjunto com outras intervenções que ocorreram no período que vai de 2009 até 2016, alterações profundas no tecido urbano, nos seus usos e fluxos constitutivos, intensificando os processos de segregação socioespacial que historicamente marcam a cidade.
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    Imagine um improvável encontro entre André Rebouças e Frantz Fanon? O primeiro, engenheiro brasileiro, afrodescendente, um dos maiores nomes do abolicionismo no Brasil do século XIX. O segundo, psiquiatra francês negro, natural da Martinica, pensador humanista e um dos grandes influenciadores de movimentos de libertação da África do neocolonialismo que assolou o continente no século XX.
    Neste livro, Antonio Carlos Higino da Silva promove de forma muito criativa o insólito encontro desses dois homens, que não foram contemporâneos na vida real. Trata-se de um verdadeiro mergulho nas ideias desses dois personagens históricos sobre o colonialismo, a nascente psicanálise, a modernidade, o surgimento de novas tecnologias e os potenciais usos e benefícios dos avanços da ciência. Mas, sobretudo, o leitor é arrebatado pela abordagem inédita do autor, que, de forma didática e criativa, revela os meios pelos quais o racismo atravessa, estruturalmente, cada um dos aspectos mencionados.
    E por que “uma consulta”? E como Rebouças foi parar naquele divã? À medida que essas perguntas vão sendo respondidas ao desmemoriado Rebouças, a sessão de psicanálise se torna uma conversa intrigante e estimulante com a chegada de um outro grande personagem histórico ao consultório, o que proporciona a cada um de nós, leitores, o mesmo resgate de fatos importantes da nossa história vividos pelo engenheiro.
    André Rebouças no divã de Frantz Fanon é uma obra literária original, inteligente e revolucionária, que mistura história e ficção. Uma conversa entre três grandes nomes da nossa história, em que você, a cada capítulo, certamente será convidado a refletir e a ampliar ainda mais o seu pensamento no que se refere a compreender o racismo
    estrutural brasileiro.
    O divã é de André Rebouças, mas pode perfeitamente servir a qualquer um de nós.
    Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    O livro São Filipe Néri: devocionário apresenta ao leitor católico uma breve síntese da vida de São Filipe Néri (1515— 1595) e a tradução ao Português das suas máximas para cada dia do ano, além de orações e meditações. Dirige-se este opúsculo a que os fiéis cresçam na devoção a tão grande santo e na imitação de suas virtudes.
  • Thiago Plaça Teixeira
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    São Filipe Néri: Devocionário
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    Pretendo mostrar com este livro que o conhecimento das teorias de aprendizagem interfere positivamente no ensino da dança. Para tal, investiguei as teorias construtivistas de Jean Piaget, L. Vigotsky e Henri Wallon como suporte do entendimento de conceitos utilizados por David Ausubel em sua teoria da aprendizagem significativa, destaque teórico deste meu trabalho. Além de apresentar a teoria de Ausubel, procurei relacioná-la com as anteriores e com o ensino da dança na escola pública, bem como com os pensamentos transdisciplinares de Edgar Morim e com alguns conceitos desenvolvidos por Michel Maffesoli. Essa relação acontece a partir da história da implantação do primeiro curso Técnico em Dança com Matriz curricular integrada do Brasil, na rede Faetec de ensino, no Rio de Janeiro. O curso foi criado em 2010, começando as atividades em 2011 e decorreu de uma experiência muito frutífera na dança educação carioca: a Cia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch, que em 2019 completa 20 anos de existência! Dessa forma, este livro torna-se relevante para estudantes de Dança, Artes, Educação, Educação Física, e professores em geral, interessados em pensar que, independentemente do subsídio técnico utilizado, caberá ao professor de Dança um ofício de artesão de significados e multiplicador de subjetividades para a realização de um trabalho realmente significativo.
  • Rosane Laudano Campello Wanderley
    •
    Dança Significativa: Arte e Educação de Mãos Dadas
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    As identificações são fundamentais, constitutivas e atravessadas pelo laço social. Pela sua cultura, política, época, pelas relações, pelos territórios habitáveis, por sua localização e posição subjetiva. Tudo isso atravessa o corpo. Não só atravessa, como marca, insiste, permanece. Isso determina modos de vida, a subjetividade, a singularidade e como esse sujeito também se coloca no social por meio do vestir.
    Pode parecer que o vestir fica distante ou diminuído diante das questões grandiosas e importantes da cultura e da política vigentes. Mas ele não o é. Os tecidos incidem no corpo e isso não acontece sem efeitos no psíquico, sem efeitos no olhar para o corpo, para aquilo que marca o corpo e que define o que é um sujeito a ser desejado. Por isso, esta obra é uma convocação para pensar sobre os efeitos do discurso da moda para além da obviedade. É uma convocação para olhar para si em meio a essas costuras que, em busca de fazer laço, podem fazer um nó.
    Olhar para si requer coragem, mas também conhecimento desses lugares de manipulação e abertura para uma nova forma de observar a si mesma. Este livro não é uma obra pronta, na verdade, ele irá se refazer e tomar um novo sentido para cada leitora, assim como em uma sessão de análise, o saber aqui se inscreve nas palavras e na escuta. Ainda que o rigor teórico esteja presente e que você aprenda, questione, reflita e converse com os teóricos, eu te convido a atravessar esta leitura fazendo costuras possíveis com o que é seu.
  • Gabriela Cristina Maximo
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    As Marcas do Vestir: Entre a Autoestima, a Psicanálise e a Moda
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    Há quem diga que o futebol é um produto da indústria do entretenimento. se olharmos em escala mundial, é indiscutível que essa afirmação é verdadeira. No entanto, no Brasil, será que isso é real? Essa afirmação parece um tanto romântica. Talvez a melhor descrição da relação entre o “futebol” e a «indústria do entretenimento” seja um amor platônico, ao menos aqui em nossas terras tupiniquins.
    Falamos que temos um produto “premium” com a vaidade de quem tem o futebol pentacampeão mundial, com milhões de apaixonados acompanhando e gerando rios de dinheiro. No entanto, em paralelo a isso, temos gestões amadoras que não promovem esse produto adequadamente e fazem com que estejamos muito longe de atingir seu inteiro potencial.
    O que se pretende com este livro é compartilhar lições, aprendidas na prática, sobre como é possível transformar a gestão amadora em uma gestão profissional no futebol brasileiro. Não é uma obra acadêmica, é um compartilhamento de experiências, com êxitos e frustrações, mas com a certeza de que é possível fazer diferente. Melhor.
  • Pedro Henriques
    •
    Gestão em Campo: Lições na Profissionalização do Futebol
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    O livro Música e Alteridade: uma abordagem bakhtiniana propõe que a interação entre os sujeitos, fundada no conceito de alteridade dialógica do filósofo Mikhail Bakhtin (1885–1975), possa ser aplicada à compreensão da música, pelo entendimento de que as relações de alteridade têm implicações musicais. Para situar o leitor no desenvolvimento das ideias propostas no livro, o autor discute inicialmente o problema da recepção das obras de Bakhtin e também alguns conceitos relacionados ao dialogismo e à ideia de alteridade. Em seguida, identifica a alteridade dialógica em dois contextos comunicacionais diferentes, como também nas músicas que dali emergem: aquele em que ocorre uma interação direta entre os sujeitos e em outro no qual o texto musical passa a ser um espaço formal de interação entre sujeitos e o locus de representação do diálogo entre eles. Assim, sob a ótica bakhtiniana, o autor comenta diferentes pesquisas em etnomusicologia e também aquelas que se utilizam do conceito de intertextualidade com o intuito de mostrar as relações dialógicas existentes em torno de uma obra musical.

    Em um mundo onde os paradigmas sustentam-se em torno do indivíduo e da identidade, Ricardo Petracca propõe aquele que se constrói em torno das relações e da alteridade. É seguindo por esse caminho que o autor vislumbra, ao final do livro, uma estética musical da alteridade baseada na filosofia de Bakhtin. Este livro destina-se aos professores, pesquisadores e estudantes de Música, Antropologia, Filosofia, Comunicação e também para todo aquele que gostaria de refletir sobre a importância e a presença do outro na criação e apreciação da arte.
  • Ricardo Petracca
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    Música e Alteridade: Uma Abordagem Bakhtiniana
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    Em Remando e tirando a água: a vida depois de um TCE, o autor relata as etapas de seu processo de reabilitação após um traumatismo cranioencefálico com lesão axonal difusa (TCE/LAD), causado por um acidente automobilístico ocorrido ao chegar ao local onde comemoraria seus recém-completados 25 anos. Em linguagem simples, leve e bem-humorada, procurando dialogar com pacientes, familiares e profissionais relacionados a essas e outras lesões encefálicas adquiridas (LEA), conta causos e histórias de sua internação, apresenta as etapas e locais onde realizou seus tratamentos, fala de suas dificuldades (reais e imaginárias) e, especialmente, entrega dicas e estratégias que utiliza para enfrentar esse longo caminho em direção à recuperação — que ainda percorre, devagar e sempre, remando e tirando a água.
    Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    Um problema que levaria milhares de anos para ser resolvido em um computador «clássico», foi solucionado em 200 segundos. Esse feito histórico alcançado em 23/10/2019 por pesquisadores do Google, em uma das máquinas da empresa, que permite, entre outras possibilidades, a produção de medicamentos mais eficazes. Segundo o Google, este foi um “momento de possibilidade” e pode ser comparado com a construção do primeiro foguete que deixou a gravidade da Terra e foi para o espaço. Isso porque, abriu a possibilidade de projetar baterias mais eficientes, produzir fertilizantes utilizando menos energia e a fabricação de medicamentos mais eficazes. Dentre outras áreas de pesquisas e de indústria que podem se beneficiar, estão:

    ●Indústria química: destrinchar as complexidades moleculares e interações químicas tornará possível descobrir novos medicamentos e materiais.
    ● Logística: encontrar o caminho ideal em cadeias de distribuição global fará o delivery de produtos ser muito mais eficiente.
    ● Mercado financeiro: encontrar um modelo de cálculo de risco permitirá diminuir os riscos de investimentos para fundos e empresas.
    ● Inteligência artificial: tornar mais eficientes processos da inteligência artificial, como o machine learning, fará as máquinas mais inteligentes.

    A diferença de um computador quântico para um clássico está na quantidade de informações que podem ser processadas e armazenadas ao mesmo tempo. Enquanto em uma máquina clássica (como desktops domésticos e smartphones), o processo acontece em bits, representados pelos códigos 0 ou 1, em uma quântica o processo é feito por qubits e há vários estados entre 0 e 1. Ao longo deste livro será exposta brevemente a teoria quântica que fundamenta a computação quântica e o processo de transmissão da informação, por meio de uma análise computacional do efeito (qualitativo e quantitativo) da entropia na transmissão de dados.
  • Manoel Ferreira Borges Neto
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    Informação Quântica
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    Yoga sem mistérios é um livro para quem deseja se apropriar do yoga numa linguagem objetiva e descomplicada. Na forma de perguntas e respostas o autor apresenta informações detalhadas de fácil assimilação e prática, de questões que envolvem o imaginário da maioria das pessoas. O livro foi redigido numa linha de raciocínio que segue, como na maioria das escolas, o equivalente a uma aula regular de yoga. Com abertura, aclimatação, desenvolvimento, preparação para o término e, então, relaxamento e meditação. Permitindo assim que, à medida que você avance na leitura e estudos, possa, também, ir assimilando uma prática regular de yoga e colher os bons frutos dessa jornada. O livro apresenta mais de 200 questões com fotos detalhadas e explicações minuciosas. Portanto, certamente, você ficará satisfeito com esse trabalho feito com muito carinho e profissionalismo a todos que desejam se aprimorar por meio do yoga. OM Dharma!
    Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    O livro aborda o Sistema Nacional de Cultura (SNC), que é um processo de gestão de políticas públicas de cultura que enfatiza a participação social e a descentralização de recursos para estados, Distrito Federal e municípios. O SNC busca amalgamar as políticas culturais brasileiras em um todo coeso, articulado e flexível, rompendo com o domínio da cultura branca judaico-cristã ocidental e valorizando, efetivamente, as diversidades culturais existentes no Brasil, abrindo espaço para as culturas negras, indígenas etc.
    A obra faz um passeio pelas ações de promoção das artes e das culturas no Brasil, perpassando algumas das principais leis sobre políticas culturais e seus impactos sobre o setor cultural. Ao investigar os conceitos basilares do SNC, aventura-se a compreender o que é cultura, mergulhando nas noções trazidas pela Lei Rouanet, Vale-Cultura, Programa Cultura Viva e Conselho Nacional de Política Cultural.
    Após apresentar um histórico da construção do SNC, realiza uma análise comparativa do sistema de cultura frente ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Sistema Único da Assistência Social (Suas), abordando os mecanismos e critérios de distribuição de recursos para os entes federados.
    Foi possível observar um fortalecimento dessas políticas públicas nos primeiros anos do século XXI. Contudo, a partir de meados da década de 2010, com as crises econômica e política, as referidas políticas têm sido duramente afetadas. A comparação com o SUS e o Suas mostrou-se bastante frutífera para a compreensão dos riscos e oportunidades do SNC. Ao mesmo tempo, a pandemia de Covid-19 atingiu em cheio o setor cultural brasileiro e lhe impôs novos desafios. A Lei Aldir Blanc e o auxílio emergencial trazem um fio de esperança para a construção de políticas sociais democráticas no Brasil, com respeito à diversidade e à liberdade de expressão.
    É um livro destinado a todas(os) aquelas(es) que buscam compreender a história das políticas culturais brasileiras, sobretudo pesquisadoras(es) e profissionais das políticas públicas e áreas afins. É uma obra de grande interesse para artistas e trabalhadoras(es) da cultura que almejam conhecer os mecanismos de financiamento e gestão da cultura no Brasil.
  • Tony Gigliotti Bezerra
    •
    A Emergência do Sistema Nacional de Cultura
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    Da consciência de pertença e inclusão, própria da pedagogia de Jesus Cristo, é que podem e devem brotar todas as ações de integração em vista do bem comum, a partir do mandamento maior do amor, que é capaz de tudo edificar (1Cor 13). Se as teorias da Física Quântica pleiteiam a dimensão cósmica de todos os seres e sua comunhão por meio da frequência das ondas, das células em rede, o cristianismo apresenta essa pertença cósmica e sua comunhão a partir do mandamento maior do amor, capaz de tudo edificar, irradiando a força transformadora que provém do mandamento novo do Senhor: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (Jo 13,34 e 15,12).
    A consciência e a experiência de ter sido amado, quando ainda estava no erro, fez de Paulo o apóstolo da inclusão, da pertença de todas as criaturas ao mesmo corpo quântico de Jesus Cristo, na superação de todos os paradigmas da exclusão ou segregação. A tese fundamental de toda a sua pregação é: Só o amor constrói (1Cor 8,1).
  • Isidoro Mazzarolo
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    Paulo e as Teorias da Física Quântica
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    Por entre traços e cores: a Retórica do Design nos LPs da Tropicália é uma investigação apaixonada de um aspecto até então não explorado ou pelo menos não aprofundado nos estudos do celebrado movimento musical tropicalista — a argumentação presente no design das capas dos seus discos. Valendo-se da ousada mistura teórica da Retórica Aristotélica com os fundamentos da leitura da imagem e a Retórica da Imagem de Roland Barthes, o autor nos apresenta uma abordagem reveladora, que nos conduz a uma nova percepção e compreensão da iconografia tropicalista, relacionando-a aos propósitos musicais e estéticos do movimento e inclusive situando-a na perspectiva da história do design de capas de disco. Em seus propósitos, esta obra também se apresenta como um modelo de abordagem para os estudos dos aspectos argumentativos e retóricos do texto visual ou verbo-visual, o que a torna uma referência para profissionais, pesquisadores e educadores do campo da linguagem, do Design Gráfico, da comunicação e, é claro, para os amantes da Tropicália.

    Fernando Ferreira Garróz
    Designer gráfico e diretor de cinema de animação.
  • Delzio Marques Soares
    •
    Por entre Traços e Cores: A Retórica do Design nos LPS da Tropicália
  • Editora Apprisadicionou um livro à estanteEditora Apprishá 5 meses
    Esta obra versa sobre as relações afetivas do humano com a natureza no contexto da formação inicial de professores e na primeira infância. Aborda diferentes experiências realizadas no âmbito de projetos interdisciplinares em um curso de Pedagogia e que permitiram aos acadêmicos e acadêmicas verificar a potencialidade existente nas experiências realizadas com as crianças contemplando o conceito de relação afetiva com a natureza alcunhado por Santos (2016). Mais do que apresentar relatos de experiências, a obra tenciona se constituir em um plano de imanência, em que os conceitos, bem como os personagens conceituais, harmonizam-se, coabitando o plano de modo potente, e por que não dizer, permitindo que a potência dos afetos felizes se torne imanente para o leitor que busca por conteúdos que exprimam a essencialidade da reconstituição da relação entre ser humano e natureza desde a primeira infância.
  • Zemilda do Carmo Weber do Nacimento dos Santos
    •
    Experiências Afetivas com a Natureza na Formação Inicial de Professores
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