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Papirus Editora

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Fundada em 1976, a Papirus é uma das mais tradicionais e respeitadas editoras do Brasil.
Seu catálogo conta com autores conhecidos do público, como Mario Sergio Cortella, Leandro Karnal, Clóvis de Barros Filho, Luiz Felipe Pondé, Monja Coen, Maria Homem e Natalia Pasternak, além de nomes que são referência no meio acadêmico, como Ilma Veiga, Sonia Kramer, Luciana Ostetto, Fernão Ramos, Pierre Bourdieu, Marc Augé e Félix Guattari.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 9 meses
    Desejo utópico? Seria apenas um sonho conciliar de maneira satisfatória a vida pessoal e familiar com uma carreira bem-sucedida?
    Cortella e Mandelli defendem que não se trata de nenhuma espécie de delírio. Ao contrário, lembram o leitor de que nem mesmo é possível separar a “vida pessoal” da “vida profissional” — elementos que compõem o cotidiano de cada um de nós.
    Mas, então, como lidar com os problemas no trabalho sem ser atropelado pelo estresse? E como responder ao alto nível de demanda familiar se há sempre trabalho acumulado à nossa espera?
    Eis algumas das questões que esses dois experientes consultores da área empresarial discutem aqui. Além disso, diversos temas importantes passam em revista: a trajetória profissional e a construção da carreira; as conexões entre estabilidade e segurança; valores e felicidade; a contribuição da tecnologia e muito mais.
    Ao final, valiosas dicas e virtudes que podemos e devemos cultivar para que realmente seja possível realizar esse sonho tão fundamental de aliar um modo de vida agradável com uma carreira gratificante! — Papirus 7 Mares
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    Esse livro é uma conversa sobre a vida, com as suas dores e alegrias. Unindo o conhecimento e as vivências de cada um, o filósofo Mario Sergio Cortella e o psicólogo Rossandro Klinjey falam sobre os desertos que atravessamos no inverno da alma e a importância de acolhermos as angústias que nos afligem e lidarmos com elas.
    Saber nomear e entender a própria dor é fundamental para conseguirmos organizar nossos sentimentos e escolher o rumo que queremos seguir. Por isso, conforme apontam os autores, não devemos evitar olhar para dentro de nós mesmos e enfrentar — por que não contemplar? — aqueles momentos em que tudo parece mais difícil.
    Num mundo em que as redes sociais parecem ditar uma vida de festa e eterna felicidade, é preciso ter coragem para refletir sobre o que é real de fato, sem filtros, pois até o verão pode ser entediante. Afinal, a dor também existe, e é necessário reconhecê-la para não sermos por ela dominados e não perdermos nossa capacidade de ter esperança.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 9 meses
    «Reinvente-se! Mude agora! Prepare-se para o amanhã! Seja o autor da sua vida!» — Essas são frases que lemos e ouvimos a todo momento. “Tornar-se um outro” é anunciado quase como um dever existencial, como uma condição de sobrevivência.
    Mas será que se reinventar é tão simples? Mais que isso: será que se reinventar é mesmo possível? O que isso significa exatamente? Reinventar-se como? Para quê? Para quem? E como a gente se inventa, em primeiro lugar?
    Reinventar-se é um termo que pode ser entendido de muitos modos, de acordo com o tempo e o lugar em que estivermos e com os recursos conceituais que conseguirmos mobilizar. E são justamente esses recursos que Clóvis de Barros Filho busca reunir nesse livro. Em tom de conversa com o leitor, tão característico do autor, ele apresenta algumas reflexões que ajudam a pensar sobre as possibilidades de mudança no rumo da própria existência.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    «A experiência poética não é ver coisas grandiosas que ninguém mais vê. É ver o absolutamente banal, que está bem diante do nariz, sob uma luz diferente.»A Papirus vem publicando obras de Rubem Alves há mais de 20 anos.Somos companheiros de viagem, tanto pelas paisagens maravilhosas criadas por este artífice da palavra, como pelos eventuais percalços do dia-a-dia, da vida que está sempre a nos perguntar: e agora, o quê? De contemplar esse percurso veio a motivação para fazer um "álbum" com o mais significativo da jornada. Esta obra reúne as melhores crônicas do autor, mas não segundo critérios literários ou coisa similar. Apresentamos aqui um conjunto afetivo, selecionado pelo autor e pela editora considerando as manifestações dos leitores ao longo dos anos. Esperamos que você sinta tanta alegria quanto nós em passear por estas imagens, em refletir sobre as idéias-sementes lançadas por Rubem e em revisitar sua maneira espirituosa de olhar para o cotidiano. — Papirus Editora
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 9 meses
    As discussões sobre gênero parecem ter tomado o centro dos debates na atualidade. Entre elas, as questões que envolvem o feminino surgem com força e muita polêmica. Afinal, o que quer uma mulher? Essa famosa pergunta de Freud ecoou ao longo do século XX, quando várias ciências buscavam desbravar o enigma do “continente negro” feminino, em franca transformação.
    Ao enigma do feminino, podemos contrapor o enigma do desejo: de homens, mulheres, lésbicas, gays, trans, neutros e todo o cada vez mais vasto espectro da sexualidade humana. O que é e como se revela o desejo? Por que sobretudo a sexualidade e o corpo da mulher foram profundamente recalcados no Ocidente? Quais as bruxas que nos perturbam? A que vêm os feminismos e quais nossos impasses hoje?
    São esses temas que os psicanalistas Maria Homem e Contardo Calligaris analisam nesse livro, com coragem, franqueza e discernimento. Num mundo que vê o pensamento cada vez mais polarizado, os autores buscam promover a livre reflexão para, assim, repensar o feminino.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    Esse livro é fruto de escuta realizada durante os 20 anos em que a autora atuou na educação infantil. Pesquisas indicam que, historicamente, bebês negros ganharam e ganham menos colo e precisam ser mais independentes, uma vez que suas presenças são ostracizadas em instituições educacionais.
    A obra faz uma convocação para que o colo seja direito de bebês e crianças negros, migrantes, indígenas, brancos e traz possibilidades de caminhos, reflexões à implementação da Lei n. 10.639/2003, que assevera o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira.
    Cenas reais do cotidiano e pedidos de mães negras compõem esse texto, que espera contribuir para a formação continuada de educadores de espaços formais e informais, mães, pais, familiares e pessoas comprometidas com a formação antirracista e a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    Em um mundo que incessantemente nos impõe definições de prosperidade e bem-estar, como encontrar o verdadeiro valor e sentido da vida? Este livro, fruto de um diálogo profundo e inspirador entre Lúcia Helena Galvão e Clóvis de Barros Filho, dois dos maiores nomes do pensamento contemporâneo, convida o leitor a uma reflexão essencial sobre a natureza do ser humano.
    Na obra, os autores discutem a busca por uma vida boa e autêntica, questionam as imposições sociais de sucesso em contraste com a realização pessoal e enfatizam a importância do conhecimento. O debate chama atenção ainda para a necessidade de nos voltarmos às nossas inquietudes com mais seriedade e gentileza, encarando-as como uma oportunidade de crescimento, e rejeitando fórmulas prontas que prometem a felicidade fácil.
    Os apontamentos aqui presentes lançam luz para a construção de uma identidade sólida e um propósito de vida pautado por princípios e valores universais. Como observam os autores, qualquer pessoa pode se tornar melhor ao longo da vida; afinal, é a nossa capacidade de aperfeiçoamento e superação o que nos distingue como humanos.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    Tendo em vista a complexidade e a fertilidade do processo de alfabetização, tanto do ponto de vista de quem ensina como de quem aprende, esse livro explora práticas com foco na perspectiva discursiva da linguagem. Nesse sentido, a interação e o contexto são fundamentais para o aprendizado da leitura e da escrita.
    Os autores interligam o processo de aprender a ler e a escrever à corrente de diálogos que se produz histórica e continuamente. Fundamentada principalmente em Mikhail Bakhtin, a obra tem como horizonte de ação o sentido político-social do trabalho pedagógico da escola: espaço de reflexão sobre as experiências de vida e de permanente enraizamento histórico-cultural das crianças na sociedade.
    Os capítulos abordam a autoria docente e infantil, mostrando como projetos pedagógicos que valorizam a voz das crianças as tornam protagonistas em seu processo de aprendizagem. Os textos também analisam estudos de caso de salas de aula, revelando como as crianças constroem sentido, ao lidarem com questões como a variação linguística, e desenvolvem o pensamento crítico por meio de atividades dialógicas e significativas.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    O que significa ser homem nos dias de hoje? Após refletirem sobre o feminino no livro «Coisa de menina? Uma conversa sobre gênero, sexualidade, maternidade e feminismo», Contardo Calligaris e Maria Homem se voltam agora às questões que rondam o masculino, oferecendo uma análise acerca da construção social e histórica da identidade masculina.
    A obra aborda a complicada relação dos homens com o próprio corpo, explorando aspectos como autocontrole, repressão, misoginia e paternidade. Os autores falam sobre as fantasias masculinas de heroísmo e poder, a dificuldade que o homem tem de lidar com o próprio desejo e com o desejo feminino, além das grandes questões envolvendo amor, sexo e violência.
    Por meio de uma conversa fluida e provocadora, o livro discute as transformações contemporâneas nas relações de gênero e aponta para a necessidade urgente de repensarmos modelos e comportamentos que definem o papel dos homens e do masculino em nosso século.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    O conceito de Novo Cinema Latino-Americano surge no final dos anos 1960 para descrever os vínculos entre as experiências de renovação cinematográfica empreendidas por diversos cineastas, produtores e instituições culturais, como uma contribuição à revolução social e política reivindicada, naquele mesmo período, por diferentes movimentos de libertação latino-americanos.
    Defendido por alguns realizadores e críticos, fortemente contestado por outros, o que se sabe hoje sobre a rede transnacional que deu origem ao Novo Cinema Latino-Americano? Esse livro analisa as razões pelas quais diversos cineastas, críticos e produtores latino-americanos da época passaram a apoiar esse projeto cinematográfico em escala continental, apesar das profundas diferenças entre as tentativas de renovação dos cinemas em seus respectivos países.
    As conexões estabelecidas entre os realizadores e as instituições cinematográficas, os diálogos estéticos, a circulação de objetos culturais e suas apropriações estão no centro da reflexão dessa obra. A partir dos casos do Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas, da Escola Documental de Santa Fé, da Chile Films, de Glauber Rocha e do grupo Cine Liberación, o autor analisa os debates, as mediações, as transferências e os intercâmbios promovidos pelo Novo Cinema Latino-Americano.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    Esse livro nasce de uma história coletiva, tecida entre encontros, afetos e pausas inevitáveis que a vida impôs. Entre nascimentos, deslocamentos e uma pandemia, resistiu o desejo de refletir sobre as práticas que envolvem os momentos de alimentação na educação infantil, como prática cultural, social e pedagógica.
    Reunindo pesquisadoras, professoras, nutricionistas, cozinheiras, fonoaudióloga, famílias, bebês e crianças, a obra propõe um olhar atento às relações cotidianas que se tecem em torno da comida nas creches e pré-escolas. Aqui, comer é criar vínculos, aprender, afirmar direitos e escutar as infâncias. Apostando na potência dos detalhes, nas sutilezas das práticas que acontecem entre colheradas, gestos e conversas, os textos instigam a pensar a alimentação como parte indissociável da proposta pedagógica.
    Uma cozinha que educa, um refeitório que se reinventa, uma criança que ensina, uma professora que aprende, um lanche que provoca reflexão: cada capítulo convida a repensar o que é pedagógico na educação infantil, pela via da escuta, da ética e do cuidado. Afinal, de que têm fome nossas crianças — e nossas práticas?
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    Diante dos múltiplos desafios que permeiam a educação brasileira, este livro emerge no momento em que se discute a formação de professores que atuam no ensino médio, como um convite à reflexão a partir das políticas educacionais reformistas e gerencialistas denominadas Novo Ensino Médio (NEM).
    O currículo do ensino médio, de acordo com o marco legal, possibilita ao estudante a compreensão do significado das linguagens e suas tecnologias; da matemática e suas tecnologias; das ciências humanas e sociais aplicadas e suas tecnologias e das ciências da natureza e suas tecnologias. Nesse contexto, a coletânea está organizada em torno das didáticas específicas que orientam as disciplinas curriculares, as quais necessitam ser constantemente inovadas, a partir de outras relações e confrontos, de forma colaborativa e participativa por meio do diálogo.
    A obra visa constituir uma fonte imprescindível de consulta e referência para os professores de ensino médio na formação do estudante para o exercício da cidadania, para o trabalho e a continuidade dos estudos.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    Quais são as possibilidades de enfrentamento ao racismo no cotidiano escolar, sobretudo quando compromete o desenvolvimento e a aprendizagem de crianças negras? Como uma educação antirracista interpela nossa formação e prática docentes? Considerando essas questões e os desafios propostos por elas, convidamos você, leitor, a conhecer o conjunto de trabalhos reunidos na presente obra, que busca ampliar o debate sobre as infâncias e a educação das relações étnico-raciais.
    Os caminhos trilhados pelas autoras, aqui compreendidas como professoras-pesquisadoras, são diversos e igualmente importantes. Seus trabalhos versam a respeito do que já foi produzido no campo educacional acerca da temática; tencionam a gestão escolar para que a escola se comprometa com a equidade racial; enfatizam a urgência da formação de professores, além de compartilharem relatos sobre práticas pedagógicas antirracistas com as crianças.
    Cada autora, a seu modo, nos mobiliza a compreender que é fundamental sensibilizar nosso olhar e nossa escuta no contexto escolar, a fim de incorporar as relações étnico-raciais em nossa agenda de luta antirracista, seja por meio da divulgação do resultado de nossas pesquisas, seja por meio da reelaboração de nossas práticas.
    Por fim, é importante destacar que o livro também visa contribuir com a implementação da Lei n. 10.639/2003, que estabeleceu a obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas instituições escolares, uma vez que a partir dela as questões relacionadas ao racismo e ao antirracismo ganharam maior visibilidade no campo educacional brasileiro.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 10 meses
    O esporte é um dos maiores fenômenos culturais da humanidade, e a inclusão tornou-se um imperativo moral nos tempos atuais. No entanto, o esporte e a educação física, embora ancorados nos ideais da inclusão, ainda estão imersos em contradições sobre como definimos a deficiência e o que significa ser uma pessoa com deficiência.
    Este livro se apresenta como um espaço para discussões urgentes e necessárias sobre essas questões, promovendo reflexões que possibilitem mudanças culturais no entendimento da inclusão, reconhecendo a deficiência como parte da condição humana. A partir dos estudos da deficiência, os capítulos exploram como construímos narrativas sobre normalidade, habilidade e pertencimento no esporte e na educação física.
    Os autores buscam não apenas questionar verdades estabelecidas, mas também inspirar novas formas de pensar e agir rumo a uma sociedade mais inclusiva.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editoraano passado
    A educação vista pelos olhos de professores experientes e apaixonados. Eis o que se encontra nesse pequeno livro.
    Essa leitura pode servir de subsídio para a discussão de temas fundamentais na prática escolar.
    Como transmitir nossos valores para os mais jovens, a educação da sensibilidade, o que podemos fazer em relação ao bullying, os horizontes da formação dos educadores são alguns dos assuntos analisados pelos autores. Além disso, eles nos contam de modo cativante algumas vivências, mostrando-nos possibilidades no uso de nossa criatividade em prol da melhor aprendizagem, num ambiente saudável e estimulante.
    As palavras foram usadas na medida certa para lhe oferecer a essência do conhecimento desses grandes nomes da educação no Brasil.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editoraano passado
    A interdisciplinaridade é uma modalidade emancipadora de pesquisa científica, uma postura inovadora que o pesquisador adquire diante do conhecimento e que influencia também o pesquisado e quem dele se aproxima. Isso só é possível com o contato, o aconchego, a parceria, o diálogo — atitudes que permitem o aprendizado e o crescimento.
    Como conceito dinâmico e emancipador, a interdisciplinaridade quer recuperar o homem do seu pensar fragmentado, com a abertura para a dialética entre os infinitos mundos vividos. É a busca insistente do novo e da humanização; é vivenciar a complexidade, posto que se fundamenta na intersubjetividade de seus elementos constitutivos.
    Na pesquisa interdisciplinar, por meio da intervenção crítica e reflexiva das práticas, dão-se novos significados às fundamentações ontológico-existencial, filosófica, antropológico-cultural e educacional, em busca de uma autonomia idealizadora e libertadora. Esse livro destina-se, portanto, a todos que se preocupam com a elaboração de uma pesquisa e com a própria ação de pesquisar. — PAPIRUS EDITORA
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 2 anos
    Tendo em vista a importância dos cuidados e do apoio aos professores da educação básica em seus primeiros anos de atuação, esse livro pretende contribuir com os processos ou ações de indução que podem ser mobilizados pelas escolas ou secretarias de educação em parceria com a universidade.
    A coletânea é fruto de um trabalho coletivo realizado por um grupo de pesquisadores que pertencem à Rede de Estudos sobre Desenvolvimento Profissional Docente (Redep) e que trabalharam sob a coordenação da professora Marli André, com o objetivo de compreender como as escolas públicas e as redes de ensino vem se organizando para acolher e acompanhar os professores iniciantes, em uma perspectiva colaborativa com os profissionais da escola básica. Os capítulos desenvolvidos em diferentes contextos e regiões do Brasil resultaram em reflexões sobre os processos de indução aos professores iniciantes e a relevância que equipes gestoras possuem no apoio a esses profissionais.
    O livro é um convite aos que acreditam que a renovação e o futuro da profissão docente dependem desse apoio e que ações institucionais de indução podem amenizar o impacto do início da carreira.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editoraano passado
    Esse livro apresenta produções do grupo de pesquisa Fiar — Círculo de Estudo e Pesquisa Formação de Professores, Infância e Arte, da Universidade Federal Fluminense, que sonha, desenvolve e partilha conhecimentos sobre educação estética, arte e infância, educação em museus, educação infantil e prática pedagógica, narrativas autobiográficas, formação cultural de professores. Nessa direção, traz narrativas capturadas na escola, na universidade, no museu e em encontros de formação, de pesquisadoras, professoras do ensino superior e da educação básica.
    A coletânea está organizada em duas partes: a primeira, tessituras de dentro, tematiza questões e experiências da prática docente na educação infantil, desenvolvida pelas integrantes do Fiar. A segunda parte dá visibilidade a composições textuais e imagéticas, narrativas e poéticas, sobre projetos de extensão e eventos organizados e realizados pelo grupo; são tessituras para fora — dos muros da universidade, da pesquisa stricto sensu e dos limites da palavra -, tramadas em conhecimentos partilhados.
    As tessituras conceituais e experimentais reunidas convidam ao mergulho na história de sensibilidades de professoras e professores, ao exercício de autoconhecimento e à redescoberta de suas linguagens. Na pesquisa, na formação e na prática docente, dialogar com a arte abre perspectivas para outros tecidos: (re)conexão de saberes, (re)criação de dizeres, (re)invenção de modos de ser.
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editoraano passado
    Esse livro reúne trabalhos de professores e pesquisadores do Brasil e da Itália que atuam no espaço de intersecção entre cultura, comunicação e educação. Eles investigam crianças e jovens na cultura contemporânea, formação docente e usos das tecnologias na escola.
    Obra dividida em três partes, a primeira atualiza as discussões sobre mídia-educação, revendo conceitos a fim de fortalecer teórica e metodologicamente esse campo em construção. A segunda parte destaca os usos das mídias e tecnologias na escola com base em pesquisas desenvolvidas com professores em diferentes contextos, instigando a reflexão sobre os diversos aspectos da formação e de suas competências profissionais. Por fim, a terceira parte analisa temas como jovens em rede, software livre e formação, cidadania, comunicação e práticas colaborativas nos espaços da educação formal e não formal, e seus desafios para a necessária transformação da escola no atual cenário de mudanças da cultura digital. — Papirus Editora
    Papirus Editoraadicionou um livro à estantePapirus Editorahá 2 anos
    O que é preciso para ser feliz? Sucesso material? Um corpo saudável? Paz de espírito?
    Nesse livro, Monja Coen e o especialista em estudos sobre felicidade Gustavo Arns mostram como a espiritualidade, com suas tradições milenares, e a ciência, em suas mais recentes descobertas, têm muitos pontos em comum no entendimento do que é uma vida feliz. Buscar um estado de satisfação e contentamento é algo que move todos nós, mas precisamos ter cuidado para não nos perdermos no caminho.
    Como apontam os autores, a felicidade pode ser aprendida e praticada, com equilíbrio e autoconhecimento. Nesse sentido, a obra convida à reflexão sobre nossas escolhas e responsabilidades, a importância de acolhermos as emoções que sentimos — sejam elas boas ou ruins –, e de vivermos plenamente o presente.
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