Não está tão longe do primeiro. Assim como seu antecessor, Em Chamas segue uma linha brilhante de ação e coerência. As críticas sociais estão muito mais potentes aqui, chegando a uma parte, no começo da história, a ser desesperadora. Comentei durante o histórico de leitura, em como os filmes não fizeram jus a metade do que acontece aqui, mas não deixa de ser uma boa adaptação.
Os finais de cada capítulo te deixam em uma curiosidade imensa pra continuar a ler, e nenhuma desses gatilhos é deixar de lado ou apagado do resto da história. Todos eles tem um propósito que é relembrado ao longo da história. (Infelizmente, pra Katniss, são todos impérios romanos em forma de tortura psicológica).
Uma coisa que consigo pontuar nesse que é melhor que no primeiro é a finalização da história. No anterior, é como se ficasse faltando algo, e aqui o impacto do final é surreal, mesmo você já sabendo da história.
Apesar disso, hoje não consigo classificar Em Chamas como melhor que Jogos Vorazes. Acredito que a Susane Collins fez um ótimo trabalho com os dois livros de uma forma única.